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Gentil Bicalho, Dulcinéia Caldeira, Gleide Andrade e Gleber Naime Foto de Thamires Lopes |
De acordo
com Gleide, a experiência que adquiriu dentro da direção estadual, onde tem seu
trabalho reconhecido em todas as alas do PT, foi um dos motivos que a levou a
se candidatar ao cargo. “Eu hoje sou de uma tendência do PT e possuo 48% de
apoio do partido, individualmente. Fui escolhida por minha tendência, que é a
mesma de Patrus Ananias e Gleber Naime. Está na hora do PT ter uma mulher
frente à liderança do partido. Acreditamos que o partido precise, nesse
momento, de alguém que possa ter dedicação exclusiva ao partido. E eu serei,
tenho um compromisso com a base do partido que não colocarei meu nome a
disposição para nenhuma disputa eletiva em 2014. Tenho o compromisso e a disposição
de cuidar do partido na sua integralida-de”, argumentou Gleide.
A
militante escolheu começar sua campanha pelo interior do Estado. Ela disse que
escolheu visitar Monlevade pelo município estar situado em uma região operária
e metalúrgica, que tem a ver com a história do PT.
“Na minha
eleição, quero recuperar o que o PT perdeu. O partido governou essa região por
muito tempo e hoje o PT está fragilizado aqui. Então na minha eleição, e eu
tenho absolutamente certeza que vou vencer, com unidade do PT e com o apoio que
eu tenho nessa região, eu quero enveredar todos os meus esforços no sentido de
trazer muitos recursos do Governo Federal pra cá, ampliar a relação dos
vereadores e deputados que atuam aqui com as instâncias de poder do Governo
Federal e ajudar os diretórios municipais a se prepararem para a disputa
de 2014 e com a reeleição do projeto da presidente Dilma Rousseff e Fernando
Pi-mentel e a se prepararem para a grande disputa de 2016, quando eu acho que
temos condição de fazer uma grande retomada do poder. Temos toda condição de
ganhar e administrar com competência e compromisso social”, afirmou Gleide
Andrade.
A
candidata à presidência do Partido dos Trabalhadores comentou o fortalecimento
da mulher na política citando a aprovação, pelo PT, de paridade de gênero,
prevendo participação feminina de 50% na composição das direções, delegações,
comissões e cargos com funções específicas de secretarias. “Estamos emancipando
os espaços de poder e já não é sem tempo. Se nós tivemos competência para criar
filhos, ser dona de casa e gerir um orçamento doméstico, por que não podemos
gerir um orçamento municipal, nacional ou dirigir um partido? Temos igualdade
de competição, o mundo é outro. Deveríamos ter conquistado esse espaço a mais
tempo”, disse.
Sobre sua
campanha, Gleide afirmou que tem sido muito bem recebida por onde passa. A
respeito da força do PSDB em Minas, a candidata acredita que o PT irá conseguir
vencer os tucanos nas próximas eleições. “Penso que agora chegou nossa vez.
Temos um bom nome, Fernando Pimentel, que une a esquerda de Minas. Então não
tenho dúvidas que no ano que vem vamos derrotar os tucanos em Minas Gerais, tal
qual vamos derrotar também em São Paulo, Rio de Janeiro e no Brasil”,
posicionou-se Gleide.
PED
O
Processo de Eleições Diretas (PED) é a eleição interna do PT, no qual todos os
filiados ao partido elegem seus dirigentes e presidentes municipais, estaduais
e nacional através do voto direto e secreto. Esse ano as eleições acontecem em
novembro.
Crédito: A Notícia Regional
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